DX: TY5FR - Cotonou, Benin
[ATUALIZAÇÃO] – Red, DL1BUG, estará novamente ativo a partir de Cotonou, Benin, como TY5FR, entre 7 de julho e 4 de agosto de 2026. Procure por ele em 160-10m; CW & SSB. QSL via DL1BUG (direto). Informações anteriores e gravações de áudio abaixo.
[13 DE NOVEMBRO DE 2025] – Red, DL1BUG, esteve novamente ativo a partir de Cotonou, Benin, como TY5FR, entre 15 de novembro e 11 de dezembro de 2025. QRV em 80-10m, incluindo 60m; CW & SSB, usando um IC-7300 (100 watts) e uma antena G5RV. Participação no CQWW DX CW Contest (29/30 de novembro). QSL via DL1BUG (direto/buro).
[5 DE JULHO DE 2025] – Red, DL1BUG, esteve novamente ativo a partir de Cotonou, Benin, como TY5FR, entre 9 de julho e 6 de agosto de 2025. Participação no IARU HF World Championship (12-13 de julho), na categoria SOAB/LP.
[31 DE MARÇO DE 2025] – Red, DL1BUG, esteve ativo em Benin como TY5FR até 9 de abril de 2025. QRV em 80-10m; CW & SSB, usando um IC-7300 (100w) e um long wire de 22m. Red também foi um dos operadores da 4W8X. QSL via H/c. Vídeo/gravação por DL8LAS.
Mais informações no site QRZ.com clicando aqui
publicação original (em inglês) pode ser acessada clicando aqui.
Cotonou, a maior cidade e capital econômica do Benin, tem suas raízes ligadas ao antigo Reino do Daomé, uma das potências da região que floresceu entre os séculos XVII e XIX. A área tornou-se um importante entreposto durante o período colonial francês, e o país conquistou sua independência em 1960, passando por diferentes fases políticas, incluindo um regime marxista-leninista entre 1975 e 1990, até se consolidar como uma das democracias mais estáveis da África Ocidental.
Embora Porto Novo seja a capital oficial, Cotonou concentra a vida política, econômica e cultural do país, abrigando o Porto de Cotonou, um dos mais movimentados da região, e o principal aeroporto internacional do Benin. A cidade é um centro comercial vibrante, conhecido pelo grande mercado de Dantokpa, um dos maiores mercados a céu aberto da África Ocidental.
O Benin é reconhecido como o berço do vodu, religião tradicional que segue viva e influente na cultura local, especialmente na vizinha cidade de Ouidah, palco do Festival Internacional do Vodu, celebrado anualmente em janeiro. O país também mantém fortes laços históricos e culturais com o Brasil, fruto do tráfico transatlântico de escravizados, visíveis na arquitetura, culinária e nas tradições dos chamados “agudás”, descendentes de ex-escravizados que retornaram à África.
Entre os pontos turísticos mais notáveis do país está a vila lacustre de Ganvié, construída sobre palafitas no Lago Nokoué, muitas vezes chamada de “Veneza da África”. Ouidah também abriga a histórica “Porta do Não Retorno”, memorial que homenageia as vítimas do comércio de escravizados. Mais ao norte, o Parque Nacional de Pendjari oferece safáris e é um dos últimos redutos de grandes mamíferos selvagens da África Ocidental.


Nenhum comentário para este post.